segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Destruidores de felicidade

É fácil saber quando os outros erram, o difícil é assumirmos os nossos erros, mostrarmos que também erramos. É simples julgar as atitudes e os actos dos outros, falamos-lhes disso sem sequer pensar que os podemos magoar, que podemos estar a ser injustos. Porque falar é fácil, basta-nos apontar o dedo e pensar que estamos sempre a ajudar alguém quando o fazemos, ou então basta-nos pensar em nós, sem sequer pormos em causa aquilo que os outros vão sentir. 
 
‘As crianças podem ser cruéis’ é o que os adultos costumam dizer, esquecendo-se daquilo que fazem, das atitudes que têm perante determinadas situações, que muitas vezes eles conseguem ser mais cruéis que qualquer criança. Por vezes parecem não ter sentimentos, parecem pessoas frias que apenas se preocupam consigo próprias esquecendo-se de que não vivem sozinhos e que não são só eles que precisam de felicidade.
Dói por vezes ouvirmos coisas sabendo que são injustas. Nessas alturas o melhor que temos a fazer é mostrar a essas mesmas pessoa que elas não são perfeitas. Ninguém o é! Tocar-lhe bem lá no fundo e dizer-lhe a verdade. Não é com falinhas mansas que todos os assuntos se resolvem e na sociedade em que vivemos, aprendemos a tratar assim as pessoas, porque é assim que somos tratados.

Cada vez que a palavra incorrecta no momento inoportuno chega até nós pode magoar-nos mais que qualquer gesto que possam ter. Porque a verdade dói, mas a injustiça magoa e pode deixar grandes marcas para o futuro.
Temos de pensar que não devemos fazer aos outros aquilo que um dia nos magoou a nós e que nós não queremos que volte a acontecer. Haverão milhares de pessoas a pensar da mesma forma. 



Penso que ninguém quererá ser destruidor da felicidade de ninguém.
Será? 





sábado, 4 de dezembro de 2010

Sinto saudades!
Não sei se serão saudades tuas ou saudades de mim, porque simplesmente não entendo se aquilo em que me tornei apenas aconteceu porque te tinha ou porque eu era realmente assim. 
Lembro-me de caminharmos juntos, de sorrirmos juntos, até de chorarmos juntos. 


A verdade é que agora me sinto sozinha, sinto vontade de me fechar no meu mundo, gritar aos céus e chorar até me secarem as lágrimas porque tu me deixaste sozinha.

Tudo o que me preenchia, não passa agora de um profundo vazio, duma falta imensa. E a ti?! Incomoda? Não me parece! Dói demais sentir falta de algo e vê-la cada vez mais distante, ver tudo a fugir entre os dedos sem que seja possível fazer o contrário acontecer.


No meio de tanta duvida, existe uma certeza! 
A saudade permanece . . . 


Até quando?





quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

"O presente é todo o passado e todo o futuro"

A escolha é nossa! Pensar no passado, viver o presente, ou sonhar com o futuro.

A vida vai correndo, nós vamos crescendo, momentos vão-nos marcando, pessoas vão surgindo e a importância de tudo isso?!
É simplesmente vida, é simplesmente o que nos faz ser o que somos. Pode trazer-nos felicidade, ou arrancar-nos o coração de tanta dor que provoca, a verdade, é que ninguém tem mais poder que a própria vida. 

Saberemos amar, odiar, acarinhar, cuidar, maltratar, ignorar?!
Talvez ninguém saiba o verdadeiro sentido de tudo isso, porque ninguém  nasceu pronto para tudo o que nos rodeia, porque ninguém quer sofrer. O que poderá impedir-nos de passar por tudo isso? Não sei, ninguém sabem!


O que é certo é que o tempo passa, e só nos resta viver, só nos resta aceitar o que a vida nos reserva! Aprender com o que já vivemos para ter a certeza de um futuro melhor. Mas será correcto prender-mo-nos ao que já passou e até mesmo ao que não sabemos se virá a acontecer?! 



Talvez passemos demasiado tempo a pensar em tudo isso e um dia quando olharmos para o tempo que nos resta, tudo o resto nos escapa entre os dedos e será tarde!

 





"O presente é todo o passado e todo o futuro"